
COMEÇO
ENCONTRO
Terão a coragem de se encontrar.
De saber falar suas coisas através de uma música.
Juntos.
Sairão pela praça, com suas sirenes.
Seu estandarte da OUTRA/BEATRIZ puta dos mistérios gozozos,
fudidamente bela.
Da estátua mal iluminada no plano social descola Betriz que deixa luz
par ao panorama de análise.
A sirene de ambulância faz o carnaval ser bloco eletrônico ambulante, móvel.
A sirene de ambulância faz o carnaval ser bloco eletrônico ambulante, móvel.
Cheio de personagens.
Ele levam a Beatriz desde a estátua até seu pedestal social telúrico
na Alcindo Guanabara.
Ao chegarem em frente a MORTA,
Ao chegarem em frente a MORTA,
o espaço
Teatro Regina
silencía o cortejo.
Teatro Regina
silencía o cortejo.
Pulso interior
.Andando no silêncio sozinhos,
mas ali um com o outro não conseguem entrar no teatro.
mas ali um com o outro não conseguem entrar no teatro.
É tudo delicado.
Corpos vazios, prontos, preparados,
corações badalando...
Todos olham todos.
Vem a tinta.
Trazida pela cenografia.
É tudo simples e claro.
A porta é pintada de branco.
Pulso interior.
Ouvidos na cidade.
Prosas.
E silêncio.
A porta fechada de nós está sendo clareada.
Porta pintada de branco.
Devemos abrir a porta?
O que tem por trás da porta?
A metralhadora, uma girafa?
Tapete banco estendido de tinta na parede e no chão estendido e desenrolado
o nosso chão branco das clarezas sujas de Bachelard.
Cenário vazio.
Corpos tomam o lugar com a maioria.
Se afastam.
O vazio vai trazer algo.
A parede recebe a nossa entrada digital.
Uma porta digitalizada filmada luz, se abre.
Entramos no corpo fechado da cidade e das nossas cavernas.
Atenção!!! Nosso interior está exteriorizado.
É UM PANORAMA DE ANÁLISE.
Entra o Hierofante...
